terça-feira, 27 de setembro de 2011



É estranho como por diversas vezes nos sentimos intimidados pelo medo, por nossas falas ou por nossos pensamentos. Talvez falar aquilo possa mudar o resto da sua vida, ou fazer você se arrepender por saber que o que disse nunca foi real. Quantas vezes não chegamos em casa de madrugada, ou acordamos de madrugada, entramos no msn, ou ficamos um bom tempo digitando uma mensagem, e na hora de enviar, pensamos e repensamos tantas vezes no que estamos fazendo, que bate uma insegurança tão grande, daquelas que dão vontade de apertar o “esc” ou clicar em cancelar? Até quando viveremos cercados pelo medo e pela insegurança? Então, é isso que quero fazer refletir hoje: por quantas vezes você pensará em se declarar, pensará em falar o que pensa, pensará em mudar? Como dizia Clarisse Lispector: “Mude. Seja criativo. Experimente coisas novas. Troque novamente. Mude de novo. Experimente outra vez. Só o que está morto que não muda. A salvação é pelo risco, sem o qual a vida não vale a pena.”

Arrisque-se pelo medo, mude pela curiosidade, chore de alegria, ria da tristeza. Não desista dos seus sonhos, persista neles. Tenha-os como meta. Por quantas vezes você, quando pequeno, tentou aprender a andar de bicicleta? Por quantas vezes caiu? Mesmo tendo demorado, você aprendeu a se equilibrar, aos poucos se soltou, tirou as rodinhas, e mesmo caindo varias vezes, não desistiu. E sabe o porquê disso? Porque meu caro, você queria sentir o vento bater de frente ao seu rosto, sentir a liberdade beijar seus cabelos e sentir o asfalto correr abaixo de seus pés. Enfrente seus medos de frente, pois sempre depois da subida da montanha, tem a descida. Pule o muro, ou fique em cima dele quantas vezes sentir que precisa. Mas de uma coisa tenho certeza: arrisque-se, porque a vista do outro lado é linda. (Se copiar, coloque créditos por favor.)

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